Mãe agride servidora dentro de creche no Recife
Auxiliar de desenvolvimento infantil foi agredida pela mãe de uma criança em creche municipal da Mangabeira, no Recife
Foto: Reprodução Uma auxiliar de desenvolvimento infantil foi agredida fisicamente pela mãe de uma criança em uma creche da rede municipal do Recife. O caso ocorreu na quarta-feira (3), na Creche Escola da Mangabeira, localizada na Zona Norte da capital pernambucana.
De acordo com informações apuradas pelo g1, a vítima atua como Auxiliar de Desenvolvimento Infantil (ADI). Os nomes das pessoas envolvidas não foram divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Após o episódio, a Secretaria de Educação do Recife informou que registrou um boletim de ocorrência e adotou medidas relacionadas ao caso.
Agressão aconteceu dentro de unidade municipal
A ocorrência foi registrada na Creche Escola da Mangabeira, situada na Rua Desembargador Heráclito Cavalcanti.
A unidade conta com berçário e atende cerca de 970 estudantes, desde a educação infantil até o 9º ano do ensino fundamental.
Segundo a Secretaria de Educação, a profissional foi remanejada para outra escola da rede municipal após a agressão.
Prefeitura diz que apura o caso
Em nota, a gestão municipal informou que está tomando providências e que também irá investigar uma denúncia apresentada pela mãe da criança.
O conteúdo da queixa não foi detalhado pela prefeitura.
A secretaria declarou que "está adotando todas as medidas cabíveis diante da situação" e informou que a apuração seguirá os protocolos da Rede Municipal de Ensino.
Mãe será convocada para reunião
Ainda segundo o comunicado divulgado pela prefeitura, a responsável pela criança deverá participar de uma reunião com representantes da educação municipal e do Conselho Tutelar.
"A mãe da criança será convocada para uma conversa com a Gerência Regional de Educação e o Conselho Tutelar, para os devidos encaminhamentos e orientações sobre a importância do diálogo e do respeito no ambiente escolar", diz o comunicado.
O g1 também procurou a Polícia Civil em busca de mais informações sobre o boletim de ocorrência registrado após o caso, mas não recebeu resposta até a última atualização da reportagem.



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