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Ribeirão,17/07/2026

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Vítimas de ataques de tubarão deixam UTI no Recife

Menino de 11 anos e jovem de 19 anos atacados por tubarões no Grande Recife receberam alta da UTI e seguem internados na enfermaria


Vítimas de ataques de tubarão deixam UTI no Recife Foto: Divulgação

O menino de 11 anos e a jovem de 19 anos que foram atacados por tubarões em praias do Grande Recife receberam alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Restauração (HR). De acordo com boletim médico divulgado nesta quinta-feira (4), ambos apresentam quadro de saúde estável.

Os dois pacientes continuam internados na unidade hospitalar, mas agora seguem tratamento na enfermaria. Eles tiveram uma das pernas amputada em decorrência dos ataques.

Segundo o HR, os pacientes permanecem sob acompanhamento da equipe multiprofissional do hospital.

Pacientes seguem internados desde os ataques

João Lucas Castor Nemezio Sales e Marcela Vitória de Lima Santos estão internados desde os dias em que ocorreram os incidentes.

O garoto foi atacado no domingo (31), enquanto a jovem deu entrada na unidade após o ataque registrado na segunda-feira (1º).

Desde a quarta-feira (3), os dois já estavam conscientes e respiravam sem auxílio de aparelhos, conforme informou o Hospital da Restauração.

Jovem reencontrou médico que prestou socorro

Marcela Vitória de Lima Santos perdeu a perna direita após ser atacada por um tubarão-tigre na praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

Ainda durante a internação na UTI, ela recebeu a visita do médico Mike Andrade, que presenciou o ataque e realizou os primeiros socorros na praia.

O médico, que estava no Recife a passeio e é de Minas Gerais, foi ao hospital acompanhado de um primo da jovem.

Durante o encontro, Marcela demonstrou confiança no processo de recuperação.

"Vai dar tudo certo, seguindo minha vida", disse no vídeo gravado por Mike.

Menino perdeu grande volume de sangue

João Lucas foi atacado por um tubarão cabeça-chata na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes.

O caso ocorreu cerca de 24 horas antes do incidente envolvendo Marcela. No momento do ataque, ele estava no mar acompanhado de tios, primos e colegas.

Além da amputação da perna esquerda, o menino sofreu fraturas na mão esquerda.

Segundo o diretor do Hospital da Restauração, o cirurgião Petrus de Andrade Lima, o garoto chegou a perder "praticamente todo o sangue do corpo".




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