Veja a posição de Pernambuco no ranking do desemprego do país
Veja a posição de Pernambuco no ranking do desemprego no Brasil e confira os estados com maiores taxas, segundo dados divulgados pelo IBGE
Foto: Reprodução A taxa de desemprego em Pernambuco ficou entre as maiores do Brasil no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo IBGE. O estado registrou índice de 9,2%, o mesmo percentual de Alagoas e Bahia.
Com isso, Pernambuco aparece entre os estados com maior taxa de desocupação do país no período analisado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral.
A taxa nacional de desemprego ficou em 6,1%.
Estados com maior desemprego no Brasil
De acordo com o levantamento do IBGE, os maiores índices de desocupação foram registrados nos seguintes estados:
- Amapá — 10,0%
- Alagoas — 9,2%
- Bahia — 9,2%
- Pernambuco — 9,2%
- Piauí — 8,9%
Na outra ponta do ranking, Santa Catarina teve a menor taxa do país, com 2,7%.
Também aparecem entre os menores índices:
- Mato Grosso — 3,1%
- Espírito Santo — 3,2%
- Paraná — 3,5%
- Rondônia — 3,7%
Desemprego aumentou em 15 estados
O IBGE informou ainda que a taxa de desocupação subiu em 15 unidades da federação na comparação com o trimestre anterior.
As maiores altas foram registradas no Ceará, Acre e Tocantins.
Já Rondônia, Espírito Santo e Santa Catarina tiveram os menores aumentos no período.
Mulheres e pessoas sem ensino médio completo tiveram maiores taxas
Segundo o levantamento, a taxa de desemprego entre as mulheres ficou em 7,3%. Entre os homens, o índice foi de 5,1%.
O estudo também apontou diferença por escolaridade. Pessoas com ensino médio incompleto tiveram taxa de desocupação de 10,8%.
Entre aqueles com ensino superior incompleto, o percentual foi de 7,0%. Já quem concluiu o ensino superior registrou taxa de 3,7%.
Informalidade segue acima de 37%
A taxa de informalidade no país ficou em 37,3% da população ocupada no primeiro trimestre de 2026.
O Maranhão liderou o ranking, com 57,6%, seguido pelo Pará e Amazonas.
Santa Catarina registrou a menor taxa de informalidade do país, com 25,4%.



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