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Ribeirão,14/05/2026

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Veja a posição de Pernambuco no ranking do desemprego do país

Veja a posição de Pernambuco no ranking do desemprego no Brasil e confira os estados com maiores taxas, segundo dados divulgados pelo IBGE


Veja a posição de Pernambuco no ranking do desemprego do país Foto: Reprodução

A taxa de desemprego em Pernambuco ficou entre as maiores do Brasil no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo IBGE. O estado registrou índice de 9,2%, o mesmo percentual de Alagoas e Bahia.

Com isso, Pernambuco aparece entre os estados com maior taxa de desocupação do país no período analisado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral.

A taxa nacional de desemprego ficou em 6,1%.

Estados com maior desemprego no Brasil

De acordo com o levantamento do IBGE, os maiores índices de desocupação foram registrados nos seguintes estados:

  • Amapá — 10,0%
  • Alagoas — 9,2%
  • Bahia — 9,2%
  • Pernambuco — 9,2%
  • Piauí — 8,9%

Na outra ponta do ranking, Santa Catarina teve a menor taxa do país, com 2,7%.

Também aparecem entre os menores índices:

  • Mato Grosso — 3,1%
  • Espírito Santo — 3,2%
  • Paraná — 3,5%
  • Rondônia — 3,7%

Desemprego aumentou em 15 estados

O IBGE informou ainda que a taxa de desocupação subiu em 15 unidades da federação na comparação com o trimestre anterior.

As maiores altas foram registradas no Ceará, Acre e Tocantins.

Já Rondônia, Espírito Santo e Santa Catarina tiveram os menores aumentos no período.

Mulheres e pessoas sem ensino médio completo tiveram maiores taxas

Segundo o levantamento, a taxa de desemprego entre as mulheres ficou em 7,3%. Entre os homens, o índice foi de 5,1%.

O estudo também apontou diferença por escolaridade. Pessoas com ensino médio incompleto tiveram taxa de desocupação de 10,8%.

Entre aqueles com ensino superior incompleto, o percentual foi de 7,0%. Já quem concluiu o ensino superior registrou taxa de 3,7%.

Informalidade segue acima de 37%

A taxa de informalidade no país ficou em 37,3% da população ocupada no primeiro trimestre de 2026.

O Maranhão liderou o ranking, com 57,6%, seguido pelo Pará e Amazonas.





















Santa Catarina registrou a menor taxa de informalidade do país, com 25,4%.




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