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Ribeirão,24/02/2026

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Briga no bolsonarismo em PE: Anderson chama Gilson de traidor

Entenda a troca de acusações entre Anderson Ferreira e Gilson Machado após a filiação do ex-ministro ao Podemos em Pernambuco


Briga no bolsonarismo em PE: Anderson chama Gilson de traidor Foto: Reprodução

O ex-ministro do Turismo Gilson Machado, que se apresenta como “o maior amigo de Bolsonaro em Pernambuco”, virou alvo de críticas do presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, após se filiar ao Podemos. Em entrevista ao blog Waldiney Passos, Anderson chamou o ex-ministro de “desertor e traidor de Flávio Bolsonaro”.

Gilson foi disputado por diferentes partidos antes de oficializar a filiação ao Podemos, legenda que integra a base de apoio da governadora Raquel Lyra.

Troca de críticas após mudança de partido

Durante o pronunciamento, Anderson Ferreira também criticou a desistência de Gilson da candidatura ao Senado. Segundo ele, o Podemos faz parte do ministério do presidente Lula e, ao migrar para a sigla, o ex-ministro passaria a “ajudar na eleição de deputados de esquerda”.

As declarações ocorreram durante a filiação dos jornalistas petrolinenses Carlos Brito e Lara Cavalcanti ao PL, como candidatos a deputado federal e estadual.

Procurado peor veículos de imprensa, Gilson Machado respondeu:

"Não vou polarizar com ele e nem preciso provar nada a Anderson sobre apoio a Bolsonaro. A melhor resposta que eu poderia dar são os comentários das pessoas que estão se pronunciando sobre a minha postura na mesma publicação”

Filho de Gilson reage nas redes

O vereador do Recife Gilson Machado Filho comentou a publicação e apresentou a versão da família sobre a mudança de partido. Ele afirmou que o pai “foi indicado pelo próprio Bolsonaro para ser candidato ao Senado mas, infelizmente, o PL de Pernambuco não apoia Flávio e não respeita as decisões de Bolsonaro. Diante disso e em entendimento com o próprio Flávio, ele se decidiu por outro partido para levar essa nova legenda a apoiar Flávio no estado”.

Sobre as críticas ao ex-ministro, acrescentou: “isso só evidencia o que representa o PL e sua presidência em Pernambuco”.

Desentendimentos antigos entre os dois

A relação entre Anderson Ferreira e Gilson Machado já vinha desgastada. O conflito ganhou força após Bolsonaro dar destaque ao ex-ministro em agendas no estado, enquanto Anderson teria sido ignorado.

Os dois passaram o ano de 2025 como pré-candidatos ao Senado. A desistência de Gilson, segundo ocorreu após ele afirmar a aliados não confiar no apoio de Anderson.

Sem o ex-ministro na legenda, Anderson tende a assumir a candidatura ao Senado em um cenário descrito como de divisão interna. O grupo Ferreira possui votos suficientes para eleger um deputado federal, e a permanência de Gilson poderia ampliar o potencial eleitoral do partido.

Podemos e histórico partidário

O fato é que o Podemos não ocupa ministérios do governo Lula, se define como de centro-direita e tem origem no antigo PSC. A sigla já contou com filiações e disputas eleitorais de Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro.

Em Pernambuco, o partido foi presidido por anos pelo deputado federal André Ferreira, irmão de Anderson. Atualmente, o vice-presidente nacional da legenda é o pastor Everaldo.

















Para continuar acompanhando os bastidores da política em Pernambuco, siga a cobertura do PE 360.




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