Pré-candidato do Missão ao governo de PE, Renan Hallais chama Gilson Machado de “patético”
Renan Hallais, pré-candidato do Partido Missão ao Governo de Pernambuco, chamou Gilson Machado de "patético" após vídeo divulgado nas redes sociais
Foto: Reprodução O pré-candidato ao Governo de Pernambuco pelo Partido Missão (MBL), Renan Hallais, chamou o ex-ministro do Turismo Gilson Machado de "patético". A declaração foi feita em um comentário publicado em uma postagem do PE 360 nas redes sociais.
A publicação mostra Gilson Machado e seu filho, Gilson Machado Filho, ao lado de um totem do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a convenção estadual do Podemos, realizada nesta segunda-feira (20), no Recife.
Veja o vídeo:
Veja o comentário:

Quem é Renan Hallais
Renan Hallais é contador, especialista em finanças e liderança estadual do Partido Missão em Pernambuco. Ele foi anunciado como pré-candidato da legenda ao Governo de Pernambuco nas eleições de 2026.
Sua formação política começou na Academia MBL (Movimento Brasil Livre). Após retornar do Canadá, passou a atuar na coordenação estadual do movimento em Pernambuco.
Hallais disputou pela primeira vez uma eleição ao concorrer ao cargo de vereador do Recife, mas não foi eleito.
O nome dele foi formalizado em janeiro de 2026 para disputar o Palácio do Campo das Princesas. O anúncio foi feito pelo presidente nacional do Partido Missão, Renan Santos.
O pré-candidato defende uma plataforma de direita voltada para a quebra da polarização local e nacional, rejeitando alinhamentos tanto com o governo federal quanto com o campo bolsonarista.
Relação do Partido Missão com o bolsonarismo
O Partido Missão mantém uma relação de oposição ao bolsonarismo. O movimento teve origem no MBL, que apoiou Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2018, mas rompeu com o então presidente no início do mandato.
Desde então, o partido afirma disputar diretamente o eleitorado de direita sem alinhamento ao campo bolsonarista.
Gilson Machado disputará vaga na Câmara Federal
Gilson Machado foi oficializado como candidato a deputado federal por Pernambuco durante a convenção estadual do Podemos, realizada na sede da legenda.
Amigo pessoal e aliado de Jair Bolsonaro, o ex-ministro deixou o Partido Liberal (PL) após afirmar que não encontrou espaço na executiva estadual para disputar uma vaga ao Senado Federal. Segundo ele, houve divergências com o presidente estadual da sigla, Anderson Ferreira.
A filiação ao Podemos ocorreu com o aval e o incentivo da família Bolsonaro. De acordo com as informações divulgadas, a mudança teve como objetivo concentrar a disputa em uma cadeira na Câmara dos Deputados e fortalecer a bancada de direita pernambucana.



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