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Ribeirão,20/05/2026

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Prefeitura de Alagoinhas investiga receita médica que prescreve sexo

Prefeitura de Alagoinhas abriu investigação para apurar suposta receita médica com conteúdo inadequado que viralizou nas redes sociais


Prefeitura de Alagoinhas investiga receita médica que prescreve sexo Foto: Reprodução

A Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinhas instaurou um procedimento interno para apurar a origem de uma suposta receita médica emitida em uma unidade básica de saúde (UBS) da cidade, com a prescrição de “3h de buceta”.

O documento voltou a circular nas redes sociais nesta terça-feira (19). O caso havia se tornado público inicialmente no último dia 6 de maio.

Segundo a secretaria, existem indícios de fraude envolvendo o material.

Prefeitura apura possível montagem

De acordo com a pasta, a investigação busca identificar se houve uso indevido de carimbo profissional por terceiros ou até adulteração da imagem.

“Busca-se verificar se consiste em eventual montagem do documento ou de uso indevido do carimbo destacando-se que, em nenhum momento, houve a aposição de sua assinatura no documento”, informou a secretaria.

Ainda segundo a nota oficial, a profissional identificada no carimbo não produziu o documento.


Secretaria nega participação de profissional

A Secretaria Municipal de Saúde informou que a pessoa mencionada no receituário não participou da elaboração do suposto documento e também não autorizou o uso do carimbo profissional.

“Não foi devidamente validado pela profissional técnica constante no carimbo aposto, não possuindo, portanto, assinatura que comprove sua autoria, responsabilidade ou concordância com o conteúdo exposto”, afirmou.

“Esclarece-se ainda que o uso do carimbo constante no documento não foi realizado pela profissional responsável, tampouco contou com sua anuência ou participação”, completou.

Linguagem foi considerada inadequada

Na nota, a secretaria também destacou que o conteúdo presente na suposta receita médica não segue padrões adotados pela rede municipal de saúde.

A pasta classificou o texto como incompatível com uma prescrição médica.















A nota destaca ainda que suposta receita apresenta “linguagem inadequada e dissociada de prescrição médica, cujo conteúdo não reflete as diretrizes, normas e políticas adotadas por este município”.




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