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Ribeirão,21/04/2026

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Crítica de “Michael” saiu agora; veja o que diz a Variety

Crítica da Variety sobre “Michael” analisa escolhas do filme e destaca atuação de Jaafar Jackson na cinebiografia do cantor


Crítica de “Michael” saiu agora; veja o que diz a Variety Foto: Divulgação

A revista Variety publicou nesta terça-feira (21) a crítica do filme “Michael”, cinebiografia de Michael Jackson dirigida por Antoine Fuqua. O texto analisa como o longa retrata a trajetória do artista e destaca os principais pontos da produção.

A publicação afirma que cinebiografias musicais costumam levar o público a revisitar momentos marcantes de grandes artistas. No caso de Michael Jackson, a situação é diferente, já que sua vida sempre esteve sob intensa exposição desde a infância.

Segundo a crítica:

“Nós vamos a uma cinebiografia musical para reviver o poder e a glória de uma estrela que amamos. Também queremos acessar uma sensação de descoberta — ver esse artista de perto, de uma forma que ainda não tínhamos visto completamente. Mas Michael Jackson pode ser um caso especial. Ele cresceu sob os holofotes, sendo uma superestrela global do pop desde os 10 anos, e, ao entrar na vida adulta e iniciar sua carreira solo, tornou-se o ídolo pop mais obsessivamente escrutinado de sua época. Seu gênio impressionante, sua personalidade delicada, mas reservada, suas cirurgias estéticas, suas relações familiares conturbadas, suas excentricidades lendárias: tudo isso foi acompanhado como uma cinebiografia em tempo real.”

A análise também destaca que o filme não aborda as acusações de abuso sexual infantil que passaram a surgir a partir de 1993. Segundo a revista, essa ausência cria um vazio na narrativa.

Filme foca na carreira e nos conflitos com o pai

De acordo com a Variety, “Michael” segue um formato tradicional de cinebiografia, revisitando os principais momentos da carreira do cantor. O longa apresenta sucessos musicais e performances conhecidas, além de mostrar conflitos pessoais.

A crítica aponta que a história concentra esses conflitos principalmente na relação com Joe Jackson, pai do artista, retratado como uma figura dominante.

Atuação de Jaafar Jackson é destaque

Um dos pontos mais elogiados pela revista é a atuação de Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson, que interpreta o cantor no filme. Segundo a crítica, ele consegue reproduzir características físicas, vocais e movimentos do artista.

A análise também indica que a atuação transmite aspectos como vulnerabilidade e força do cantor ao longo da narrativa.

História percorre infância e carreira solo

O filme começa mostrando a infância de Michael Jackson, com ensaios da família Jackson 5 sob a condução do pai. Em seguida, avança para momentos importantes da carreira solo, incluindo a parceria com Quincy Jones.

A crítica cita ainda episódios marcantes, como decisões profissionais e o acidente ocorrido durante a gravação de um comercial.

Final indica possível continuação

A Variety destaca que o filme termina sugerindo que a história pode continuar. A indicação abre espaço para novos capítulos sobre a vida do artista.

A publicação avalia que o longa pode ter boa recepção do público, especialmente por apresentar a trajetória de Michael Jackson em busca de autonomia artística.




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