Avenida Brasil volta à Globo: veja 9 curiosidades que pouca gente sabe sobre a novela
Avenida Brasil está de volta ao Vale a Pena Ver de Novo. Relembre curiosidades e bastidores da novela que virou fenômeno no Brasil e no mundo
Foto: Reprodução Avenida Brasil está de volta à programação da TV Globo e promete reacender a nostalgia de quem acompanhou o fenômeno em 2012. A novela escrita por João Emanuel Carneiro será a próxima reprise do Vale a Pena Ver de Novo, substituindo Rainha da Sucata e trazendo novamente à tela personagens que marcaram a dramaturgia brasileira.
Ao longo da história, o público acompanha a ascensão social de Carminha ao lado do ex-jogador Tufão, os segredos envolvendo a família e o reencontro entre Nina e Jorginho, antigo amor de infância. O elenco reúne nomes como Adriana Esteves, Débora Falabella, Murilo Benício, Cauã Reymond, Marcos Caruso, Marcello Novaes, Vera Holtz e José de Abreu.
Além da narrativa marcante e da grande audiência registrada na exibição original, Avenida Brasil acumulou bastidores curiosos que ajudam a explicar o tamanho do fenômeno.
Curiosidades sobre Avenida Brasil
O “congelamento” virou troféu nos bastidores
O efeito de encerramento dos capítulos, com a imagem congelada e iluminada, não era garantido a todos os personagens. Nos bastidores, os atores aguardavam ansiosos para saber quem seria o escolhido do dia. Com o tempo, o “congelamento” passou a ser visto como um indicativo de destaque na trama.
A intensidade de Adriana Esteves como Carminha
A interpretação de Adriana Esteves exigiu grande entrega emocional. A atriz revelou que precisou de tempo para se desligar da personagem após o fim das gravações e enfrentou episódios de insônia e ansiedade durante o período de trabalho. Fora das telas, ela e Débora Falabella mantêm amizade próxima, o que ajudava a aliviar a tensão das cenas de confronto.
O lixão foi criado em estúdio
O cenário do lixão não era real. A produção montou um espaço com material reciclável higienizado e utilizou efeitos visuais e pintura cenográfica para simular sujeira e realismo. O desconforto demonstrado pelos atores fazia parte da atuação.
Mudança no destino de Cadinho
O personagem Cadinho, interpretado por Alexandre Borges, inicialmente teria um final trágico, marcado pela perda total da fortuna. A recepção positiva do público fez o autor alterar os planos e manter o núcleo cômico até o desfecho da novela.
Segurança reforçada para o capítulo final
O último capítulo contou com um esquema rígido para evitar vazamentos. Os atores receberam falas poucas horas antes das gravações, três finais diferentes foram registrados para o destino de Max e o material foi entregue à emissora por um sistema de transporte controlado.
Sucesso internacional
A produção se tornou o produto de teledramaturgia mais vendido da história da Globo, com licenciamento para mais de 150 países e dublagem em diversos idiomas. Na Argentina, o capítulo final chegou a ser exibido em um estádio de futebol lotado.
A música de abertura virou marca registrada
O tema de abertura, conhecido pelo bordão “Oi Oi Oi”, é uma adaptação inspirada na música Dançar Kuduro. A versão usada na novela recebeu ajustes para ganhar um ritmo mais brasileiro.
Final mobilizou o público
O capítulo final reuniu índices expressivos de audiência e motivou exibições coletivas em bares e espaços públicos em várias cidades. A repercussão internacional ampliou o alcance da novela e reforçou o interesse por produções brasileiras no exterior.
Com a reprise confirmada, a expectativa é que uma nova geração conheça a história enquanto o público que acompanhou a exibição original revisita um dos maiores sucessos da televisão brasileira.



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