Náutico confirma avanço sobre naming rights dos Aflitos; entenda
Presidente do Náutico apresenta a chapa “Náutico do Futuro” e explica projetos para naming rights dos Aflitos, SAF e uso do CT Wilson Campos
Foto: Reprodução O Náutico abriu um novo capítulo na sua política interna com o lançamento da chapa “Náutico do Futuro”. O anúncio aconteceu durante um evento no Centro do Recife e marcou a preparação para a continuidade da gestão comandada por Bruno Becker. Sem concorrência após a retirada da oposição, ele será aclamado presidente no pleito do dia 30 de novembro.
O encontro serviu para alinhar expectativas e mostrar os caminhos que a diretoria pretende seguir até 2026. Becker destacou que a comunicação clara com o torcedor será essencial para executar metas voltadas à modernização, sustentabilidade e aumento de receitas.
“Pensar grande com responsabilidade”
O presidente reforça que a frase não é apenas um slogan, mas uma diretriz que aponta para o potencial ainda pouco explorado do Náutico. Segundo ele, o clube precisa tirar mais proveito do próprio patrimônio, incluindo o futebol e, principalmente, o CT Wilson Campos.
Becker citou a área de 50 hectares do CT como um ativo estratégico. Ele mencionou que apenas parte do terreno é usada diretamente pelo futebol, enquanto o restante pode ser transformado em um espaço capaz de gerar novas receitas e entregar valor ao associado.
Naming rights dos Aflitos em avaliação
Outro ponto tratado foi o projeto de naming rights do estádio dos Aflitos. Becker confirmou que há um trabalho estruturado do departamento comercial e de marketing, reforçado pela volta do Náutico à Série B.
Segundo ele, o Náutico já mantém conversas no mercado, embora nenhum acordo esteja fechado. A farmacêutica que patrocina o clube aparece entre as possibilidades, mas não há avanço concreto até o momento.
SAF continua no radar
Becker também falou abertamente sobre a SAF. Mesmo não aparecendo nos slides do evento, o tema segue ativo dentro da agenda estratégica.
Para o presidente, o debate sobre a SAF evoluiu depois das negociações anteriores com o Consórcio Timbu. Ele destacou que o clube agora tem clareza sobre o modelo que deseja adotar e que o processo deve ser conduzido com participação de comitês e grupos de trabalho.
Avanços acelerados com a aclamação
Com a ausência de disputa eleitoral, Becker afirmou que algumas decisões passam a andar mais rápido. Ele citou, por exemplo, a troca do fornecedor de material esportivo, já planejada para entrar em vigor em janeiro de 2026.
Em condições normais, esse tipo de movimentação teria que aguardar a eleição e a aprovação do Conselho. Agora, com a certeza da continuidade, a diretoria pode conduzir as mudanças sem interrupções. Outras pautas administrativas e estruturais também devem ganhar ritmo nos próximos meses.



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