Veja quanto o Santa Cruz vai ganhar de investimento por ter subido para a Série C
Por ter subido de divisão, Santa Cruz garante uma bolada para o próximo ano. Confira as projeções
Foto: Divulgação O torcedor do Santa Cruz tem motivos de sobra para se animar com o futuro do clube. Após o acesso à Série C, a diretoria confirmou que o investimento mínimo no futebol para 2026 será de nada menos que R$ 36 milhões, o que representa uma média de R$ 3 milhões mensais destinados ao elenco.
A informação foi revelada por Iran Barbosa, um dos investidores da SAF coral, durante participação na Live do Embolada. Para se ter ideia da dimensão, o valor supera em quase R$ 20 milhões a receita bruta obtida pelo clube em 2024, que ficou em R$ 16,9 milhões, segundo balanço financeiro.
SAF perto da oficialização
O projeto de SAF está cada vez mais próximo de ser concretizado. De acordo com Iran, o último aditamento no contrato já foi assinado e agora restam apenas os trâmites no Conselho Deliberativo e na Assembleia Geral de Sócios.
Enquanto isso, o Santa Cruz segue com foco total na Série D, mas a busca por reforços para a próxima temporada já começou. Jogadores que atuam nas Séries A, B e C estão sendo monitorados pela equipe técnica.
Olho no título e no futuro
Mesmo reforçando a importância de terminar a Série D com o título, Iran Barbosa deixou claro que a SAF já planeja um elenco competitivo para a Série C:
- R$ 36 milhões garantidos para 2026
- Valor próximo ao de folhas salariais de alguns clubes da Série A
- Expectativa de ter um time muito mais forte do que nos últimos anos
Segundo ele, a meta é não apenas disputar, mas chegar com chances reais de subir novamente no cenário nacional.
Projeções ainda mais altas
Iran ainda destacou que o investimento mínimo pode crescer caso o clube avance em divisões superiores:
- Série C: R$ 36 milhões
- Série B: R$ 52 milhões
- Série A: R$ 100 milhões
Com esse patamar, o Santa Cruz pode atrair jogadores de peso. O investidor lembrou que, em um cenário de confiança e organização, nomes como o de Galhardo só aceitaram negociar após a formalização da SAF.
“Ninguém monta orçamento para não ser competitivo. A diferença é que, com a SAF, o atleta sabe que vai receber em dia e aceita até ganhar menos. Isso muda todo o ambiente do clube”, disse Iran Barbosa.



COMENTÁRIOS