Quando o próximo eclipse lunar acontece? Veja as datas
Eclipse lunar total transforma a Lua em “sangue” neste domingo (7), mas não pode ser visto do Brasil. Confira onde o fenômeno foi visível e as próximas datas
Foto: Reprodução O céu deste domingo (7) reservou um espetáculo impressionante: o eclipse lunar total, conhecido popularmente como Lua de sangue. O evento já começou em algumas partes do planeta, mas, infelizmente, não pode ser observado do território brasileiro.
Mesmo assim, os apaixonados por astronomia não ficaram de fora. O fenômeno está sendo transmitido ao vivo pelo canal do YouTube do Observatório Nacional e também pelo site TimeandDate, permitindo que qualquer pessoa acompanhe o momento de onde estiver.
Onde o eclipse pôde ser visto
O eclipse deste domingo é visível em regiões específicas do globo:
- Partes da Europa e da Ásia
- Costa leste da África
- Oeste da Austrália
- Antártida
Esses pontos foram privilegiados para acompanhar o fenômeno raro e sempre esperado pelos observadores do céu.
Como acontece a “Lua de sangue”
Esse tipo de eclipse acontece quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, bloqueando a luz solar que normalmente iluminaria o satélite.
Nesse alinhamento, a borda da Terra projeta uma iluminação avermelhada, dando à Lua o característico tom de fogo, que rende o apelido de Lua de sangue.
Próximos eclipses já têm data marcada
Quem perdeu este não precisa se preocupar, pois novos fenômenos estão no horizonte:
- 2 de março de 2026: eclipse total, parcialmente visível no Brasil.
- 26 de junho de 2029: eclipse total com duração máxima de 1h42, visível em todo o território brasileiro, se o clima permitir.
- 21 de setembro de 2025: eclipse parcial do Sol, que poderá ser visto apenas da Antártida.
Segundo especialistas, é comum que eclipses lunares e solares aconteçam próximos no calendário, como se “andassem de mãos dadas”.
O eclipse lunar é “mais democrático”
Em março deste ano, os brasileiros puderam assistir a um eclipse total da Lua. A pesquisadora do Observatório Nacional lembra: “O deste ano foi ao contrário: nós vimos, mas o resto do mundo não”.
Para ela, o eclipse lunar é muito mais acessível do que o solar, que costuma ser mais restrito em sua visualização.



COMENTÁRIOS